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sexta-feira, 5 de abril de 2013

Reflexão do Mês: A Ressurreição do Nosso Senhor Jesus Cristo

Cristo nossa Páscoa foi Imolado, Aleluia! Glória a Cristo Rei Ressuscitado Aleluia!


Celebremos a Vitória Triunfal de Cristo sobre a Morte, a maior Solenidade da Igreja Católica.

Cristo sofreu muito, remindo os pecados do mundo inteiro, dos antepassados e das futuras gerações: Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?. Naquela hora, Deus via a sujeira do pecado em seu Filho Unigênito, deixando sofrer para que nós vivêssemos.   "Na verdade, este homem era um justo.", diziam após sua morte, comprovando a real vivência de Deus na Terra como Homem. "Deus Santo, Deus forte, Deus Imortal, tem piedade de nós!"

Cristo morreu, o mundo se entristeceu. Vivemos um dia triste e de muita oração, que foi o Sábado Santo. A noite, com a benção do fogo, aguardávamos a Ressurreição de Cristo. "O Senhor Ressurgiu, Aleluia! É o Cordeiro Pascal, Aleluia! Imolado por Nós, Aleluia! É o Cristo Senhor, Ele vive e venceu,Aleluia!". Santa Maria Madalena, junto com Joana e a mãe de Tiago, foram ao túmulo de Cristo, no primeiro dia da semana para levar aromas que prepararam. Chegando ao local, encontraram o túmulo aberto, Jesus não estava mais lá! Elas se espantaram. Então apareceu dois anjos, que as confortaram. “Por que buscais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, mas ressuscitou."

Que nesses 50 dias do Tempo Pascal, reflitamos o sentido real, que é a Ressurreição do Nosso Senhor Jesus Cristo. Que não seja SÓ tempo de festas, de comer chocolate, mas tempo de reflexão,oração e joelhos no chão. Festa sim, a Festa da Pascoa, comemoramos com muita fé, esperança e Amor! Feliz Páscoa! Deus abençoe e que Nossa Senhora da Penha os protejam sempre!

Cerimoniário Giuliano Cabral do Espírito Santo Beraldo

domingo, 31 de março de 2013

Mensagem Urbi et Orbi - Papa Francisco - 31 de março


MENSAGEM URBI ET ORBI
DO SANTO PADRE FRANCISCO
PÁSCOA 2013
Domingo, 31 de março de 2013


Amados irmãos e irmãs de Roma e do mundo inteiro, boa Páscoa! Boa Páscoa!

Que grande alegria é para mim poder dar-vos este anúncio: Cristo ressuscitou! Queria que chegasse a cada casa, a cada família e, especialmente onde há mais sofrimento, aos hospitais, às prisões...

Sobretudo queria que chegasse a todos os corações, porque é lá que Deus quer semear esta Boa Nova: Jesus ressuscitou, há uma esperança que despertou para ti, já não estás sob o domínio do pecado, do mal! Venceu o amor, venceu a misericórdia! A misericórdia sempre vence!

Na mensagem de Páscoa, Francisco pede paz para todo o mundoTambém nós, como as mulheres discípulas de Jesus que foram ao sepulcro e o encontraram vazio, nos podemos interrogar que sentido tenha este acontecimento (cf. Lc 24, 4). Que significa o fato de Jesus ter ressuscitado? Significa que o amor de Deus é mais forte que o mal e a própria morte; significa que o amor de Deus pode transformar a nossa vida, fazer florir aquelas parcelas de deserto que ainda existem no nosso coração. E isto é algo que o amor de Deus pode fazer.

Este mesmo amor pelo qual o Filho de Deus Se fez homem e prosseguiu até ao extremo no caminho da humildade e do dom de Si mesmo, até a morada dos mortos, ao abismo da separação de Deus, este mesmo amor misericordioso inundou de luz o corpo morto de Jesus e transfigurou-o, o fez passar à vida eterna. Jesus não voltou à vida que tinha antes, à vida terrena, mas entrou na vida gloriosa de Deus e o fez com a nossa humanidade, abrindo-nos um futuro de esperança.

Eis o que é a Páscoa: é o êxodo, a passagem do homem da escravidão do pecado, do mal, à liberdade do amor, do bem. Porque Deus é vida, somente vida, e a sua glória somos nós: o homem vivo (cf. Ireneu, Adversus haereses, 4, 20, 5-7).

Amados irmãos e irmãs, Cristo morreu e ressuscitou de uma vez para sempre e para todos, mas a força da Ressurreição, esta passagem da escravidão do mal à liberdade do bem, deve realizar-se em todos os tempos, nos espaços concretos da nossa existência, na nossa vida de cada dia. Quantos desertos tem o ser humano de atravessar ainda hoje! Sobretudo o deserto que existe dentro dele, quando falta o amor de Deus e ao próximo, quando falta a consciência de ser guardião de tudo o que o Criador nos deu e continua a dar. Mas a misericórdia de Deus pode fazer florir mesmo a terra mais árida, pode devolver a vida aos ossos ressequidos (cf. Ez 37, 1-14).


sábado, 30 de março de 2013

Vigília da Solenidade da Ressureição do Nosso Senhor Jesus Cristo - Sábado Santo

"Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73).

No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio.

A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito da cruz "por que me abandonaste?", agora ele cala no sepulcro. Descansa: "consummantum est", "tudo está consumado". Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüente. "Fulget crucis mysterium", "resplandece o mistério da Cruz".

O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: "nós o experimentávamos… ", diziam os discípulos de Emaús.


sexta-feira, 29 de março de 2013

Sexta-Feira da Paixão e Morte do Nosso Senhor Jesus Cristo


A Sexta-feira Santa está centrada no mistério da Paixão, dia de jejum e de penitência, completamente orientada para a contemplação de Cristo na Cruz. Nas igrejas é proclamada a narração da Paixão e ressoam as palavras do profeta Zacarias: "Hão-de olhar para aquele que traspassaram" (Jo 19, 37).

E também nós, na Sexta-Feira Santa, desejamos realmente dirigir o olhar para o coração traspassado do Redentor, no qual escreve São Paulo estão "escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento" (Cl 2, 3), aliás, no qual "habita realmente toda a plenitude da divindade" (Cl 2, 9), por isso o Apóstolo pode afirmar com decisão de não querer saber outra coisa "a não ser Jesus Cristo, e este, crucificado" (1 Cor 2, 2).

É verdade: a Cruz revela "a largura, o comprimento, a altura e a profundidade" as dimensões cósmicas, este é o seu sentido de um amor que ultrapassa todas as consciências o amor vai além do quanto se conhece e nos enche "de toda a plenitude de Deus" (Ef 3, 18-19). No mistério do Crucificado "cumpre-se aquele virar-se de Deus contra Si próprio, com o qual Ele Se entrega para levantar o homem e salvá-lo o amor na sua forma mais radical" (Deus caritas est, 12). A Cruz de Cristo, escreve no século V o Papa São Leão Magno, "é fonte de todas as bênçãos, e causa causa de todas as graças" (Discurso 8 sobre a paixão do Senhor, 6-8; PL 54, 340-342).

A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.

São João, teólogo e cronista da Paixão nos leva a contemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia. Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia. Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina.

É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Tríduo Pascal: Quinta-Feira Santa : Santos Óleos e Instituição da Eucaristia

O TRÍDUO SAGRADO DA PÁSCOA: JESUS MORTO, SEPULTADO, RESSUSCITADO

Um olhar de conjunto

“Ó abismo da riqueza, da sabedoria e da ciência de Deus! Como são insondáveis seus juízos e impenetráveis seus caminhos!... Porque tudo é dele, por ele e para ele. A ele a glória pelos séculos! Amém” (Rm 11, 33.36).

A expressão de maravilha e de louvor por parte do apóstolo diante do mistério da aliança irrevogável de Deus com Israel - aliança que vai além da sua infidelidade - e do chamado dos pagãos a participarem da sua plena realização na morte e ressurreição de Cristo, bem interpreta os sentidos mais profundos da Igreja ao celebrar o solene Tríduo Pascal. Este evento Pascal é a fonte divina e perene da sua vida, assim como do caminho espiritual desenvolvido ao longo do ano litúrgico. A Igreja nos convida a entrar em atitude de maravilha e adoração.

O Tríduo Sagrado inicia-se na tarde da quinta-feira santa, com a celebração da Ceia do Senhor, e acaba com as segundas Vésperas do dia da Páscoa. A Igreja contempla com fé e amor e celebra o mistério único e indivisível do seu Senhor Morto (Sexta-feira santa), Sepultado (Sábado santo) e Ressuscitado (Vigília e dia de Páscoa).

Com o Tríduo Pascal chegamos ao coração da história inteira e ao escopo da própria criação. A luz Pascal deste Santo Tríduo ilumina a vida de Jesus, sua missão desde seu nascimento e o projeto salvífico de Deus no seu desenvolvimento histórico: desde a criação e através das relações especiais da aliança com os patriarcas e os profetas, testemunhadas pelo Antigo Testamento. Na morte e ressurreição de Jesus e na efusão do Espírito, aquele projeto se revela em todo seu sentido profundo, e inicia a etapa radicalmente nova desta história que caminha rumo a seu cumprimento no fim dos tempos (cf. Ef 1,1-14; Cl 1, 15-20).

As pessoas que foram regeneradas na fé e no amor pelo batismo receberam as potencialidades e a vocação a viver como homens e mulheres “partícipes da vida do Ressuscitado”, partilhando a mesma energia divina de Cristo no Espírito (cf. Ef 2, 4-8; Cl 3, 1-4: 5-11).

As celebrações do Tríduo são particularmente ricas de gestos, movimentos, Palavra proclamada e comentada, cantos, silêncios. Tudo converge para nos aproximarmos com coração aberto e íntima devoção ao mistério da morte e da ressurreição de Cristo e da nossa participação a ele, por graça. O que mais nos surpreende é descobrir, mais uma vez, o amor gratuito com que Deus nos amou, e fica nos amando, até doar seu próprio Filho por nós e nele doar-nos sua própria vida: “para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3, 16), como nos lembra o evangelista. Surpreendidos ainda mais pelo feito que “não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele quem nos amou e enviou-nos seu Filho como vítima de expiação pelos nossos pecados” (1 Jo 4, 10).

quarta-feira, 27 de março de 2013

Liturgia do Ofício das Trevas - Quarta feira Santa


Este  ofício  é  a  recitação  do  Ofício  de  Leituras  combinado com Laudes.  No  centro  do  local  onde  se  celebra  o  Ofício  das  Trevas, coloca-se  ambão,  de  onde  se  dirá  os  salmos,  leituras  e orações. O presbítero sentará na sede. O  candelabro  de  trevas,  constando  de  quinze  velas,  é colocado  em  frente  ao  altar,  à  sua  direita.  Essas  velas serão  apagadas,  aos  poucos,  durante  o  rito.  Além  do candelabro  de  trevas,  seis  velas  podem  estar  acesas  no altar,  como  se  faz  durante  a  Missa  Solene,  e  serão apagadas  durante  o  Benedictus.  Um  apagador  de  velas  é colocado perto do candelabro de trevas. 

Dando  início  à  celebração,  os  clérigos,  cerimoniários, acólitos  e  cantores  ou  coro  entram  em  silêncio  e reverência,  de  forma  processional,  vindo  o  celebrante por último, e se aproximam do altar. Genuflectem, inclinam-se profundamente diante do altar, e vão para seus lugares.  Para a extinção de cada vela, o acólito responsável pega o  apagador,  reverencia  o  altar  e  vai  ao  candelabro  para cumprir sua função.   No invitatório, no hino, no Evangelho, no Benedictus, nas preces  e  na  oração,  bem  como  na  despedida,  todos permanecem  de  pé.  Nos  salmos  e  leituras,  permanecem sentados,  exceto  quem  lê  ou  entoa  o  salmo.  Durante  a frase  que  substitui  o responsório  breve  das  Laudes,  todos se  ajoelham,  bem  como  no  momento  apropriado  no Evangelho. No invitatório, faz-se o sinal-da-cruz na boca, e no Benedictus e na bênção, o grande sinal-da-cruz. 

Ofício das Trevas - Quarta-Feira Santa


 
O Ofício de Trevas, embora o nome possa dar a entender, não é um rito enigmático e obscuro, mas um das orações mais belas da Semana Santa. Em alguns lugares ele é celebrado na Segunda Feira Santa, mas o dia mais correto para esta celebração é entre a noite de Quarta-Feira até antes do amanhecer da Quinta, marcando o início do Tríduo Pascal. Durante os séculos houve muitas formas musicadas, inclusive não apenas na forma gregoriana, mas também na forma de música clássica. Durante muito tempo este rito permaneceu guardado pela igreja, mas atualmente vem sendo retomado em diversas paróquias e dioceses do Brasil.

O Ofício de trevas mostra, de forma bastante clara, a figura do servo Sofredor e, junto dEle, nos colocamos rezando e meditando sobre os Sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz. Este nome (Ofício de Trevas) tem diversas explicações. Entre elas:
As trevas naturais de meia-noite ao anoitecer, ou seja, as horas destinadas à recitação do ofício, lembrando as palavras de Cristo preso nas trevas da noite: “Haec est hora vestra et potestas tenebrarum” (Esta é a vossa hora e do poder das trevas.) (Lc 22, 53);

As trevas litúrgicas, quando durante as cerimonias da paixão apagam-se todas as luzes na igreja, exceto uma;

As trevas simbólicas da paixão.

Como este ofício é cantado ao cair da noite o auxílio das luzes de velas torna-se indispensável.

No coro é colocado um candelabro de quinze velas. Uma delas é de cor branca e todas as outras são feitas de cera amarela e comum, como sinal de luto e pesar. As velas que vão se apagando representam os discípulos, que pouco a pouco abandonaram Nosso Senhor Jesus Cristo durante a Paixão.


terça-feira, 26 de março de 2013

As Cinco Chagas do Senhor




O primeiro ato de adoração às Santas Chagas foi realizado por Maria Santíssima, quando desceram Jesus da Cruz. De São Tomé até nossos dias, muitos foram os devotos e propagadores desta belíssima devoção.

Jesus é descido da Cruz. Cuidadosamente, Nicodemos, José de Arimatéia e São João O conduzem até Maria Santíssima e O depositam em seu virginalíssimo regaço. Sentada, Ela O acolhe transida de dor e O adora.

Enquanto as Santas Mulheres preparam os bálsamos com que em breve irão ungi-Lo, para ser depositado no sepulcro, Ela oscula, uma a uma, suas Chagas: a do peito rasgado, as dos divinos pés e mãos.

Realiza- se ali o primeiro ato de devoção e adoração às Chagas do Redentor, que iria perpetuar-se por todas as gerações. A Bem-Aventurada por excelência rende o mais perfeito culto de latria às fontes sagradas de onde jorrou o Sangue que redimiu total e super-abundantemente todo o gênero humano.

As sete Palavras de Jesus na Santa Cruz


De pé, junto a Cruz, Maria, pervadida de angústia e de dores, ouvia de seu Divino Filho as últimas palavras.

Afirma São Tomás que "o último na ação é o primeiro na intenção". Pelos derradeiros atos e disposições de alma de quem transpõe os umbrais da eternidade, chegamos a compreender bem qual foi o rumo que norteou sua existência. No caso de Jesus, não só na morte de cruz, mas também, de forma especial, em suas última palavras, vemos os sentido mais profundo de sua Encarnação.

Nelas encontramos uma rutilante síntese de sua vida: constante e elevada oração ao Pai, apostolado através da pregação, conduta exemplar, milagres e perdão.

A cruz foi o divino pedestal eleito por Jesus para proclamar suas últimas súplicas e decretos. No alto do Calvário se esclareceram todos os seus gestos, atitudes e pregações. Maria também compreendeu ali, com profundidade, sua missão de mãe.

Jesus é a Caridade. A perfeição dessa virtude, nós a encontramos nas "Sete Palavras". As três primeiras tem em vista os outros (inimigos, amigos e familiares); as demais, a Si próprio.

sábado, 23 de março de 2013

Confira a programação da Semana Santa 2013!

A última semana da Quaresma é denominada como Semana Santa. Ela é a última a semana que encerra os quarenta dias que antecedem a páscoa da ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Nessa semana a Igreja celebra os principais episódios do mistério da Paixão

Sábado de Ramos da Paixão do Nosso Senhor Jesus Cristo:
17h - Santo Antônio - São Félix
19h - Missa Solene em Nossa Senhora da Penha - Cabeça Quebrada


Domingo de Ramos da Paixão do Nosso Senhor Jesus Cristo: Santas Missas Solenes

8h – Matriz São José
10h – São João Batista
18h30 – Início da Missa e Benção dos Ramos - Igreja Santa Rita
19h - Continuação da Santa Missa na Comunidade São Francisco


Segunda Feira Santa: 
19h30 - Meditação das Sete Dores de Nossa Senhora em Todas as Comunidades 


Terça Feira Santa:
19h30 – Santa Missa " A prisão do Senhor" - São João Bosco 
20:20 Via Sacra com jovens, em direção à Santa Rita 

Quarta Feira Santa:
19h30- Santa Missa de Trevas - Santa Rita
20:20 Após a Santa Missa Ofício de Trevas (Haverá confissões) 


Quinta Feira Santa:
20h – Missa da Ceia do Senhor na Matriz São José
21h – Início da Adoração com o Translado do Santíssimo
21h15 - Confissões


Paixão do Nosso Senhor Jesus Cristo (Aniversário do nosso Pároco)
15h – Celebração da Paixão do Senhor na Matriz São José
18h - Encenação da Paixão de Cristo na Igreja São João Batista - São João do Jabuti


Sábado Santo:
20h – Solenidade na Matriz São José
Bênção do fogo e do Círio Pascal, Bênção da água e Santo Batismo.

Solenidade da Ressurreição do Nosso Senhor Jesus Cristo:
8h – Matriz São José
10h – Sagrado Coração de Jesus
17:30h – Santa Rita
19h – Bom Jesus

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