Nascido em 31 de dezembro de 1931, em Iconha - ES.
Filho de Domingos Scandian e Lúcia Rosa Dondoni, cursou o ensino fundamental em Santa Isabel, distrito de Domingos Martins (Espírito Santo), e em Antônio Carlos (Minas Gerais), completou seus estudos e cursou filosofia e teologia no Seminário do Espírito Santo, da SVD em São Paulo.Dom Silvestre é licenciado em teologia pela Pontifícia Universidade Gregoriana em Roma (1959-1960) e estudou sociologia na Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1964-1966).
Fez sua profissão religiosa na Congregação do Verbo Divino em 1 de março de 1951. Foi ordenado padre em 3 de março de 1958, na cidade de São Paulo. Como sacerdote foi professor de Teologia no Seminário Maior do Verbo Divino, SP (1961-1967), vigário de Monte Alto (1968-1972) e provincial da Congregação do Verbo Divino, São Paulo (1973-1974).
Filho de Gabriel Dias Calvo e Irene Lopes Dias, Dom Joaquim nasceu aos 23 de outubro de 1957, em Cafelândia.
Fez o ensino básico no Grupo Escolar de Cafelândia e o ensino médio na Escola Estadual Professor José Ranieri, em Bauru. Em 1979 gradua-se em Administração de Empresas, na Faculdade Padre Anchieta em Jundiaí. A iniciação cristã foi realizada na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em sua terra natal, Cafelândia, pertencente a Diocese de Lins.
Ingressou no Seminário Diocesano de Jundiaí e estudou Teologia no Instituto Pio XI de 1994 a 1997. Após os estudos, foi ordenado diácono em 8 de agosto de 1997, vindo a exercer o ministério diaconal na Paróquia Nossa Senhora do Carmo, em Jundiaí.
Nascido em Tarabai no dia 27 de setembro de 1959, cursou Filosofia na Faculdade Nossa Senhora Medianeira dos Jesuítas em São Paulo e Teologia no Colégio Teológico Internacional do Teresianum em Roma. Foi ordenado em 19 de outubro de 1985 e exerceu as seguintes atividades: Mestre dos postulantes da Ordem dos Carmelitas Descalços, em Caratinga; Mestre de noviços, em São Roque; Provincial dos Carmelitas Descalços no Sudeste do Brasil em 1996. Assistente Espiritual da Associação Santa Teresa das Monjas Carmelitas Descalças; conselheiro da província; reitor da Basílica de Santa Teresinha no Rio de Janeiro e, novamente, provincial dos Carmelitas Descalços no Sudeste do Brasil.
Aos 21 de dezembro de 2011 foi nomeado pelo Papa Bento XVI como bispo-auxiliar da Arquidiocese de Vitória. Sua ordenação episcopal ocorreu em um domingo, 18 de março de 2012, às 9 horas da manhã na Catedral Metropolitana de Vitória pelas mãos de Dom Luiz Mancilha Vilela, arcebispo metropolitano de Vitória. Seus co-consagrantes foram Dom Gil Antônio Moreira, arcebispo de Juiz de Fora e Dom Tarcísio Scaramussa, bispo-auxiliar de São Paulo. A celebração contou com a participação de mais de 2 mil fiéis, que foram testemunhas da apresentação de Dom Sevilha como bispo-auxiliar de Vitória junto com Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias
Sagração Episcopal de Fr. Rubens
Fonte: Gaudium Press
Brasão de Dom Rubens Servilha
No quarto Domingo da Quaresma - "domingo da alegria" - Frei Rubens Sevilha OCD foi ordenado bispo na catedral metropolitana de Vitória, arquidiocese em que inicia seu ministério episcopal. Dom Sevilha, juntamente com Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias, foi designado bispo auxiliar de Vitória em dezembro passado; ambos passam a atuar com o arcebispo metropolitano, Dom Luiz Mancilha Vilela SSCC no cuidado pastoral.
Oriundo da Ordem dos Carmelitas Descalços, cuja origem remonta ao profeta Elias, Dom Sevilha diz que sua primeira palavra como bispo era para Deus Trino, como enfatizou ao dirigir-se aos numerosos fiéis que se fizeram presentes à ordenação. "Agradeço a Deus por ser tudo em minha vida", disse, e complementou: "desejo isso a todos: que Ele seja tudo em nós". Referindo-se à radical e inesperada mudança que lhe ocorre na vida com a nomeação episcopal, Dom Sevilha citou uma frase de Santa Edith Stein, religiosa carmelita de origem judaica que foi morta pelos nazistas: "eu não sei para onde minha vida está indo, mas eu sei que é Deus quem a está conduzindo".
Dom Sevilha disse ter basicamente três famílias: a família carnal, na qual nasceu; o Carmelo, para onde se sentiu atraído já aos doze anos de idade; e a família episcopal, na qual acabava de ingressar. Sobre o Carmelo, que ocupou um lugar central em sua vida, Dom Sevilha fez suas as inspiradas palavras da Bem Aventurada Elisabeth da Trindade: "no Carmelo eu encontrei o céu na terra". Mas, por fim, Dom Sevilha resumiu essas diveras famílias em uma única: a Santa Igreja Católica.
Aludindo a lema que escolheu para seu brasão episcopal - Transivit Benefaciendo (passou fazendo o bem) - Dom Sevilha fez um pedido a Deus: "que Ele me leve a fazer o bem a todas as pessoas".
A ordenação episcopal de Dom Rubens Sevilha foi ministrada pelo arcebispo metropolitano de Vitória do Espírito Santo, Dom Luiz Mancilha Vilela, juntamente com Dom Gil Antonio Moreira (arcebispo metropolitano de Juiz de Fora) e Dom Tarcísio Scaramussa (bispo auxiliar de São Paulo), com a participação de vários outros membros do episcopado brasileiro. Grande número de presbíteros participou da solene concelebração, estando presentes numerosos religiosos (principalmente da família carmelitana) e uma multidão de fiéis.
Depois da ordenação episcopal em Vitória, Fr. Rubens quis visitar as duas últimas paróquias do Carmelo que ele guiou como Pároco. No dia 24 celebra na Basílica Santa Teresinha no Rio de Janeiro e no dia 25 de março celebra na Igreja de Santa Teresinha em São Paulo. As duas comunidades preparam-se para celebrar junto com fr. Rubens e orar por ele.
Arcebispo comemora 71 anos. Nascido em 06 de maio de 1942.
Estudos e presbiterado
Filho de José Vilela de Mancilha e de Olívia Mancilha Mendes, cursou o ensino fundamental no Seminário Cristo Rei em Pouso Alegre e o ensino médio no Colégio Regina Pacis.
Fez estudos de filosofia no Instituto Sagrados Corações, em Pindamonhangaba e de teologia na Pontifícia Universidade de Minas Gerais, em Belo Horizonte. É licenciado pela Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. Cursou "Teologia da Vida Religiosa" e "Formação para formadores para a Vida Religiosa e Sacerdotal".
Foi ordenado padre no dia 21 de dezembro de 1968, na cidade de Belo Horizonte pelo Cardeal Dom Serafim Fernandes de Araújo
Atividades durante presbiterado
Após sua ordenação, trabalhou coordenador de Pastoral Vocacional na Província da Congregação dos Sagrados Corações (SSCC), foi conselheiro provincial e superior do Seminário Sagrados Corações de Pindamonhangaba. Além de ser vigário ecônomo da Igreja Santo Antônio em Santo Antônio do Pinhal.
Em 1981 a Congregação lhe pediu um outro serviço, ser o Superior Provincial da Congregação dos Sagrados Corações. Em 1985 foi re-eleito e nomeado para o mesmo cargo, mas a Igreja no mesmo ano pediu-lhe outra mudança.
Algum tempo após o Concílio de Nicéia, celebrado em 325, os arianos, intrigantes e bajuladores, principiaram a envolver em artimanhas o imperador Constantino que, de resto, nem sequer batizado era, e a fazê-lo chamar o ímpio Ário do exílio para onde ele o havia condenado. Seu filho Constâncio, que lhe sucedeu, fez ainda pior; conturbou toda a Igreja, e perseguiu quase todos os bispos católicos, durante o seu reinado de vinte e cinco anos.
Depois, devotado aos arianos, Juliano, o Apóstata, empenhou-se em restabelecer o paganismo. Após Juliano, morto seu sucessor Joviano depois de oito meses de reinado, Valente, imperador do Oriente, perseguiu novamente os católicos em favor do arianismo. Sempre a Igreja teve o que sofrer.
Aclamado pelo povo, admirado por Santo Agostinho, este "insigne pregador e piedoso Prelado" não receou enfrentar sequer o próprio Imperador.
De importante família romana, Ambrósio nasceu em 340, na Gália, da qual seu pai era governador. Ainda jovem, viu sua irmã, Santa Marcelina, beijar a mão de um Bispo e deu-lhe a sua a beijar, dizendo: "Também eu serei Bispo um dia".
Estudou direito e retórica em Roma, e fez brilhante carreira: Advogado Consular, Conselheiro do Imperador e Governador das províncias de Emília e Ligúria, com sede em Milão.
Uma singular eleição
No ano 374, morreu o Bispo dessa cidade. Para eleger seu sucessor, a população se dividiu em dois partidos. Os católicos queriam eleger um homem fiel ao Papa, os arianos propugnavam por um sequaz de Ario. A exaltação dos ânimos ameaçava degenerar em guerra civil.
O Governador Ambrósio viu-se obrigado a intervir para manter a ordem. Dispôs suas tropas na praça e fez cessar o tumulto. Em seguida, acompanhado de uma escolta, entrou na Catedral para garantir o bom andamento da eleição. Graças à sua eficaz ação, logo se acalmaram os ânimos exaltados. Então ele postou-se em lugar bem visível a todos os presentes, com olhar vigilante sobre a assembléia. Nesse momento, ouviram-se uns brados partidos do fundo do grandioso templo:
- Ambrosius episcopus! (Ambrósio seja o Bispo!)
Como surgiu essa surpreendente aclamação?
Um menino, tão novo que ainda não sabia falar, foi quem deu o primeiro brado. Altamente admirada de ver o filho pronunciar suas primeiras palavras - e que palavras! - a mãe fez coro com ele, e logo se lhes juntaram outras vozes. Em pouco tempo, todos na Catedral, inclusive os arianos, bradavam em uníssono:
- Ambrosius episcopus! Ambrosius episcopus!
- Sou um pecador! Sou um pecador! - replicava o Governador.
- Não importa, não importa! Invocamos sobre nós os teus pecados! - gritava o povo, a uma só voz.
Um dos biógrafos de São Nicolau, bispo de Mira, foi São João Damasceno. Nas nove odes em honra do santo, encontradas pelo Cardeal Mai, das quais as duas primeiras faltam, o poeta de Damasco resume a tradição comum dos gregos e dos latinos sobre o ilustre Pontífice de Mira.
"Nem a areia que se encontra à beira-mar, diz ele, nem a multidão de vagas, nem as pérolas do orvalho e os flocos de neve, nem o coro dos astros, nem as gotas da chuva e as correntes dos rios, nem o murmúrio dos das fontes jamais se igualarão, ó Pai, ao número de teus milagres (1). Todo o universo tem em ti um pronto socorro nas aflições, um encorajamento nas tristezas, uma consolação nas calamidades, um defensor nas tentações, um remédio salutaríssimo nas enfermidades".(2)
O Padre Croiset, jesuíta, resume assim esta mesma vida no seu Ano Cristão:
"São Nicolau, bispo de Mira, na Lícia, tão celebrado em todo o mundo pelo clarão das virtudes, pelo número de milagres e pela confiança do povo, pela qual intercedia sempre, nasceu em Patares, cidade da Lícia, na Ásia Menor. Os pais eram riquíssimos; mais ainda, piedosos. Quando já se encontravam desesperançados de ter um filho, nasceu-lhes Nicolau, que lhes foi um presente do céu."
Alberto nasceu em 1206 e não em 1193 como alguns historiadores defendem sua terra natal – Lauingen (ou Laningen na Suábia) – encontra-se próxima do Danúbio.
Filho primogénito do conde de Bollstaedt (família feudal poderosa e rica, devota a Frederico II) recebe uma formação esmerada. Ainda adolescente, Alberto é levado até ádua, onde sob as orientações de um tio – provavelmente eclesiástico – realiza os seus estudos.
O segundo Mestre Geral da Ordem dos Pregadores, Jordão da Saxónia, em 1223 visita a cidade de Pádua, com o intuito de pregar aos jovens estudantes da referida cidade. O fruto desta pregação reverteu em muitas vocações para a Ordem, entre elas a do nosso Alberto Magno. Apesar da oposição do seu tio, dos seus companheiros e a do seu próprio pai, aos 16 (ou 17) anos Alberto dá entrada nos Dominicanos. Para completar os estudos iniciados é enviado para o Convento de Colónia. Será neste mesmo Convento que alguns anos mais tarde, Alberto iniciará a sua carreira docente interpretando o Mestre das Sentenças. Foi sucessivamente Leitor de Teologia nos conventos de Hildesheim, Fribourg, Ratisbona (durante dois anos) e Strasbourg.
Em 1240, Alberto é enviado a Paris para alcançar o título de Mestre em Teologia (1244 ou 1245) e reger uma das duas cátedras dominicanas do Convento de Saint Jacques, incorporadas à universidade. Será nesta época que Alberto começa, em paralelo com o ensinamento da teologia, a publicação da sua vasta enciclopédia científica que lhe valeu a sua incomparável celebridade, completando-a até ao final da sua vida, embora aquela tenha ficado terminada em grande parte em 1256.
No final do ano lectivo de 1248, Alberto deixa Paris a pedido do Capítulo Geral desse ano para presidir a um dos quatro novos studia generalia, ou seja, o de Colónia. Tirando as numerosas ausências, esta cidade será, até ao final da sua vida, a sua residência oficial, o que lhe valeu entre os seus contemporâneos, como vimos, a nomenclatura de Alberto de Colónia. Este novo período da vida de Alberto é marcado pela intensidade da sua actividade literária. Entre os seus discípulos de Colónia encontra-se Tomás de Aquino.
Em 1254 o Capítulo provincial da Alemanha confia a Alberto o governo da província, missão que realizará com empenho. Dois anos mais tarde, sendo ainda provincial, dirige-se à Cúria Romana para defender os Pregadores contra os ataques de Guilherme de Saint Amour
Durante a sua estadia na Cúria ocupa o cargo de Leitor e interpreta, a pedido do Papa e dos seus cardeais, o Evangelho de São João e todas as Epístolas canónicas. Será também durante esta permanência que Alberto, por Durante a sua estadia na Cúria ocupa o cargo de Leitor e interpreta, a pedido do Papa e dos seus cardeais, o Evangelho de São João e todas as Epístolas canónicas. Será também durante esta permanência que Alberto, por recomendação do Papa Alexandre IV, escreverá contra a teoria averroísta da unidade da inteligência o seu tratado De unitate intellectus. Nesta sua viagem percorrerá o sul de Itália, e como normalmente nas suas outras deslocações, Alberto aproveitará para fazer as suas investigações científicas, descobrindo o De motibus animalium de Aristóteles, sobre o qual publicará posteriormente um comentário.
São Josafá: flagelo dos cismáticos, modelo de desassombro apostólico. Bispo zeloso, grande defensor do Papado e da união com Roma, enfrentou heroicamente os inimigos de Deus e de Sua Santa Igreja, o que lhe valeu a palma do martírio e a glória eterna.
Durante uma viagem, o Santo é abordado por um velho que lhe pede esmola. "Eu lhe darei com muito boa vontade, -- responde ele --, mas com a condição de que se confesse". A essas palavras, o mendigo hesita e até balbucia uma recusa. O Bispo o encoraja, e ouve a afirmação de que nunca o pedinte havia se aproximado do confessionário. Lágrimas rolam pela face do pobre após essa declaração. Eram elas sinal de sincero arrependimento. O velho confessa-se então imediatamente com o próprio Prelado, morrendo logo depois na paz de Deus.
O termo “ordem”, na Antiguidade romana, designava corpos constituídos no sentido civil, sobretudo o corpo do que governam. Na Igreja, há corpos constituídos que a Tradição, não sem fundamento na Sagrada Escritura, chama, desde os tempos primitivos de taxeis (grego) ou “ordines” (latim). Na Sagrada Liturgia encontramos referências ao “ordo episcoporum” (ordem dos Bispos), “ordo presbyterorum” (ordem dos presbíteros), “ordo diaconorum” (ordem dos diáconos” etc. A integração de uma pessoa em uma ordem se dá através de um rito chamado ordinatio.
Com o recebimento do Sacramento da Ordem, o ordinando fica investido de um “poder sagrado”. A ordenação é também chamada “consecratio” (consagração). A imposição das mãos do Bispo, com a oração consecratória, constitui o sinal visível do Sacramento. Sobre isso falou S. Paulo a Timóteo: “Eu te exorto a que faças reviver a graça de Deus, que em ti está, pela imposição das minhas mãos, pois que Deus não nos deu o espírito de temor, mas o que força, de amor e sobriedade” (2Tm 1,6-7).
Somente através do Sacramento da Ordem é que na Igreja são constituídos os seus ministros.
Se alguém disser que não há no Novo Testamento um sacerdócio visível e externo ou não existe um poder de consagrar e oferecer o verdadeiro corpo e sangue do Senhor e de perdoar os pecados e retê-los, mas só a função e o simples ministério de pregar o Evangelho; ou que os que não pregam absolutamente não são sacerdotes: seja anátema. (Conc. Trento XXIII, I. Denzinger 1771).
O Sacramento da Ordem, assim como o Batismo, imprime na alma que o recebe um caráter indelével, uma marca divina.
Os ingleses, vindos da Germânia, e convertidos à fé católica pelos missionários do Papa Gregório, encheram-se de zelo e puseram-se a converter os povos dos quais se originaram, a começar pelos frisões, que eram os mais próximos.
Santo Egberto, nobre inglês, que se retirara para a Irlanda, e abraçara a vida monástica, em 686, resolveu ir à Frísia, mas, à última hora, abandonou o projeto, pondo-se a trabalhar ativa e utilmente na reunião dos irlandeses cismáticos.
Wilgberto, um dos companheiros de Egberto, que vivia desde muito na Irlanda, levou a vida de anacoreta numa grande perfeição, embarcou para a Frísia, e durante dois anos pregou o Evangelho àquela nação e ao rei Radbod. Percebendo que fruto algum lhe vinha do imenso trabalho, tornou à Irlanda, para, em silêncio, servir a Deus e aproveitar, pelo menos aos seus, o exemplo.
Santo Tgberto, vendo que o companheiro conseguira da Frísia, experimentou enviar para lá homens zelosos e virtuosos. E escolheu doze, dos quais o principal era São Vilibrodo, inglês, nascido na Nortúmbria, em 658. O pai chamava-se Wilgis e era extremamente piedoso, tendo deixado o século e abraçado o estado monástico, fazendo-se ermitão mais tarde. Na velhice, tendo fundado uma pequena comunidade entre o oceano e Humbert, passou a dirigi-la. Honrado entre os santos, no mosteiro de Epternach, na diocese de Tréveris, é nomeado no calendário inglês. Alcuíno, amigo de Carlos Magno, deu-nos sua vida, bem como a do filho Vilibrodo.
Além de se destacar como insigne defensor da autoridade pontifícia, Santo Antonio Maria Claret foi um grande devoto de Nossa Senhora, havendo fundado a Congregação dos Filhos do seu Imaculado Coração, conhecidos como claretianos.
Em 24 de outubro é comemorada a festa de Santo Antônio Maria Claret (1807-1870), Bispo e Confessor.
Período de tibieza na juventude
A Igreja desaconselha que se faça comparação entre os heróis da Fé elevados à honra dos altares. Não direi, pois, que Santo Antônio Claret foi o maior de seu tempo. Porém, penso que, se em cada quadra histórica alguns Santos sobrepujam os outros em importância aos olhos de Deus, nos planos da Providência um desses terá sido sem dúvida Santo Antônio Maria Claret.
Mais do que Fundador de uma congregação religiosa, ele nos aparece como um varão exponencial, dominando completamente sua época, pelo simples fato de ter existido.
Imagine-se um homem de baixa estatura, espanhol de temperamento ardoroso, catalão apimentado, filho de uma família bastante piedosa, dedicada à fabricação têxtil. Ainda jovem, morando em Barcelona, sentiu apelos divinos para algo de mais elevado, embora indefinido, pois não pensava na vocação sacerdotal. Mas, naquela cidade, envolveu-se com questões de tecelagem e se enfronhou nos assuntos práticos desse negócio, começando a esquecer o fervor da sua piedade dos tempos de menino. Passou alguns anos absorto no cuidado de máquinas, teares e coisas semelhantes.